
Que maravilha que é a auto aceitação
E a pausa para o café.
Não o nosso quente café da tarde, que fornece os 5 minutos de relax entre as mil tarefas do dia.
Mas aquela do espírito. Este esquecido eu que fica dentro da gente, segurando firme as tensões, calando o palavrão que seria gritado na hora da raiva, retendo a torrente de lágrimas que romperia a conveniência, enfim, agüentando duro as dores da alma. Um Sansão que não dorme.
Reclusa com a loucura os minutos escoam lentos e longos. Graças ao Sansão tudo ocorre numa tranqüilidade externa irrepreensível. Uma apatia bovina: sou como um boi ruminando a sombra. Engulo sapos pra depois regurgitar um veneno que vem vindo pra fora e sai até pelos olhos.
Com tao pouco esforço físico eu não entendia o motivo deste cansaço febril que me assaltava toda noite como uma febre. O corpo todo numa moleza dolorida
Não me ocorria responsabilizar o embate interno.
Esforço inconsciente para espantar a preguiça (É sim! Só pode ser preguiça, que cansaço é esse por nada?) vamos limpar, não o importa se já está pulido. Ou comer qualquer coisa, não interessa o que ou quanto...
E quando tudo o que bastava era uma pausa.
Parar pra olhar seriamente o que se faz. Pra ouvir os gemidos internos. Sentir o que está dizendo seu eu interior. Escrutar.
Pesar os fins. Analisar os meios. E criar coragem pra tomar conta de si mesmo. Arrumar o lado de fora pra estar bem por dentro.
Redescobrir a maravilha de estar ociosa sem culpas.
O bem estar de mergulhar num banho quente até se sentir uma ameixa. E depois abrir o ralo e ver descendo junto com a água todas as preocupações.
Virar um litro de hidratante no corpo e massagear até reencontrar o prazer de habitar este corpo. Dormir em paz sem sentir o corpo estrecer a cada vez que ocorre um malabarismo no espírito.
Chorar sem vergonha, de soluçar. Do nariz ficar grande e vermelho. Meleca pra todo lado.
Falar sozinha e rir de si mesma.
Dançar desconjuntadamente.
Gritar até enrouquecer.
Correr e respirar.
Do bem que faz isso tudo deviam ser prescritos como remédio.
Depois de 8 meses de medo e tristeza tomar uma atitude foi isso tudo.
No último sábado disse o meu basta. E dei o meu prazo. Dentro em pouco estarei procurando outra coisa pra fazer.
Outras notícias no decorrer dos acontecimentos.
E a pausa para o café.
Não o nosso quente café da tarde, que fornece os 5 minutos de relax entre as mil tarefas do dia.
Mas aquela do espírito. Este esquecido eu que fica dentro da gente, segurando firme as tensões, calando o palavrão que seria gritado na hora da raiva, retendo a torrente de lágrimas que romperia a conveniência, enfim, agüentando duro as dores da alma. Um Sansão que não dorme.
Reclusa com a loucura os minutos escoam lentos e longos. Graças ao Sansão tudo ocorre numa tranqüilidade externa irrepreensível. Uma apatia bovina: sou como um boi ruminando a sombra. Engulo sapos pra depois regurgitar um veneno que vem vindo pra fora e sai até pelos olhos.
Com tao pouco esforço físico eu não entendia o motivo deste cansaço febril que me assaltava toda noite como uma febre. O corpo todo numa moleza dolorida
Não me ocorria responsabilizar o embate interno.
Esforço inconsciente para espantar a preguiça (É sim! Só pode ser preguiça, que cansaço é esse por nada?) vamos limpar, não o importa se já está pulido. Ou comer qualquer coisa, não interessa o que ou quanto...
E quando tudo o que bastava era uma pausa.
Parar pra olhar seriamente o que se faz. Pra ouvir os gemidos internos. Sentir o que está dizendo seu eu interior. Escrutar.
Pesar os fins. Analisar os meios. E criar coragem pra tomar conta de si mesmo. Arrumar o lado de fora pra estar bem por dentro.
Redescobrir a maravilha de estar ociosa sem culpas.
O bem estar de mergulhar num banho quente até se sentir uma ameixa. E depois abrir o ralo e ver descendo junto com a água todas as preocupações.
Virar um litro de hidratante no corpo e massagear até reencontrar o prazer de habitar este corpo. Dormir em paz sem sentir o corpo estrecer a cada vez que ocorre um malabarismo no espírito.
Chorar sem vergonha, de soluçar. Do nariz ficar grande e vermelho. Meleca pra todo lado.
Falar sozinha e rir de si mesma.
Dançar desconjuntadamente.
Gritar até enrouquecer.
Correr e respirar.
Do bem que faz isso tudo deviam ser prescritos como remédio.
Depois de 8 meses de medo e tristeza tomar uma atitude foi isso tudo.
No último sábado disse o meu basta. E dei o meu prazo. Dentro em pouco estarei procurando outra coisa pra fazer.
Outras notícias no decorrer dos acontecimentos.

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